O
senador Delcídio do Amaral (MS) disse na delação premiada à
Procuradoria-Geral da República (PGR), que foi homologada hoje (15) pelo
ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, que o
presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), atuava como
“menino de recados” do ex-controlador do Banco BTG Pactual, André
Esteves, preso em dezembro do ano passado junto com o senador. De acordo
com o parlamentar, Cunha atuava a favor do BTG em medidas provisórias
(MPs) que poderiam favorecer o banco.
“Recentemente a Câmara dos Deputados apresentou emenda a uma MP [668
ou 681] possibilitando a utilização de ativos em instituições em
liquidação de dívidas. Mais uma tentativa, entre outras, de incursões do
André junto ao deputado Eduardo Cunha com o propósito de incluir
mecanismos para que bancos falidos utilizassem os Fundos de Compensação
de Variações Salariais [FCVS] para quitarem dividas com a União”, diz um
dos anexos da delação.
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